O 14º Festival Internacional de Dança do Recife está recebendo propostas de espetáculos para apresentações na edição deste ano, programada para acontecer no período entre 23 e 31 de outubro. Os interessados têm até o dia 06 de julho para envio do material: release, DVD, fotos, currículo da companhia e do trabalho a ser apresentado e a proposta de cachê.
Endereço: Centro de Formação e Pesquisa das Artes Cênicas Apolo Hermilo
Rua do Apolo, nº. 121 - Bairro do Recife. Recife - PE
CEP: 50030-230
A/C de Arnaldo Siqueira - Coordenador Geral do Festival Internacional de Dança do Recife
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Quinta-feira, 18 de Junho de 2009
FIDR recebe propostas de apresentação para edição 2009
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Festival Internacional de Dança do Recife
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Terça-feira, 21 de Outubro de 2008
Na imprensa (Diario de Pernambuco) >> Depois da dança, a pausa para pensar

Festival que recebeu 5,4 mil espectadores nos teatros e 21 atrações durante dez dias foi avaliado no sábado em debate público
Tatiana Meira // Diario
tatianameira.pe@diariosassociados.com.br
O Festival de Dança do Recife, que encerrou sua 13ª edição no último domingo, depois de dez dias de programação (9 a 19 de outubro), recebeu pouco mais de 5,4 mil espectadores, nos quatro teatros onde foi realizado (Parque, Apolo, Hermilo e Santa Isabel). É uma quantidade de público semelhante à do ano passado, embora em 2008 tenham sido 21 espetáculos, no lugar dos 30 do ano passado. Há dois anos, o evento se tornou internacional, parcela este ano representada por Maguy Marin e Woo, da França; Felix Oropeza, da Venezuela e Edgardo Mercado, da Argentina.
A última atração num teatro, que seria a J. Garcia & Cia, dirigida pelo coreógrafo pernambucano radicado em São Paulo, Jorge Garcia, com a montagem Um conto idiota, precisou ser cancelada de última hora, pois os cenários e figurinos não chegaram ao Recife a tempo da apresentação na noite do último sábado, no Teatro de Santa Isabel. "O caminhão com o material cenográfico, da empresa LSA Nordex,quebrou na altura de Feira de Santana", explicou Arnaldo Siqueira, coordenador do evento. O encerramento ocorreu no domingo com o Torneio Ginga B. boy, parceria com a Associação Metropolitana de Hip Hop, no Parque 13 de Maio, reunindo cerca de 1,5 mil pessoas.
Durante a avaliação do Festival de Dança, realizada no último sábado, no Teatro Apolo, a presença dos artistas locais foi maior do que em outros anos. "É preciso dar as mãos e saber lidar com as diferenças. Faltou poder de realização material ao festival este ano, mas fiquei muito satisfeito em constatar que dos 22 espetáculos, nove eram da cidade", ressalta Giorrdani Gorki (Kiran), avaliador do festival.
Ele destaca a importância das discussões no Dança Falada / Chá com Arte, momento em que os artistas detalham suas obras e comentam como funciona seu processo criativo. "É preciso colocar mais energia nisso, talvez lembrando os horários ao público ao final de cada espetáculo", sugere Kiran. O 7º Encontro da Rede Sul-Americana de Dança, promovido na Fundaj, também poderia ter contado com uma maior adesão dos artistas locais.
Na avaliação, o Movimento Dança Recife entregou à organização do festival um documento com as ponderações feitas durante o debate Festival de Dança - A que serve e até onde alcança?, que ocorreu no Teatro Armazém, na terça-feira anterior. Um dos principais pontos para reflexão - segundo o documento - é a falta de diálogo entre a coordenação do evento e os artistas locais, durante o decorrer do ano, já que se trata de um festival feito com dinheiro público, além da demora na escolha do nome do curador, Marcelo Evelin, que só chegou ao Recife no dia da abertura.
Também foi cobrado o fato de o festival não ter um perfil delimitado, principalmente depois de passar a integrar o Circuito Brasileiro de Festivais Internacionais de Dança, junto com Belo Horizonte (FID), Rio de Janeiro (Panorama) e Ceará (Bienal). "O risco de ter uma programação semelhante aos outros festivais existe, mas vem sendo discutido de maneira responsável. Levamos em consideração o contexto do Recife e a trajetória de construção do festival. Existem trabalhos como Barroco, da França, que foi programado apenas aqui", exemplifica Arnaldo Siqueira. Ele completa que Marcelo Evelin não ter vindo antes ao Recife não prejudicou a curadoria, pois foi feito um trabalho integrado.
"Demos passos importantes, mas o processo de mudanças é permanente. O estranhamento com a arte contemporânea existe no Festival de Dança, assim como no SPA das Artes, mas a gente não pode só fazer o fácil", defende o secretário de Cultura, João Roberto Peixe, ao comentar propostas mais radicais em termos de estética, como Umwelt, da Cia. Maguy Marin.
O fato de os participantes da residência artística com o HelloEarth!, da Dinamarca, não terem recebido cachês, também foi criticado. "Acho legítimo, mas o custo de manter os artistas aqui já é alto. O investimento é na troca de experiências", pondera o coordenador. Orçado em R$ 450 mil, o Festival de Dança foi uma realização da Prefeitura do Recife, com patrocínio da Petrobras, Itaú Cultural e Ministério da Cultura.
Segunda-feira, 20 de Outubro de 2008
Cobertura tarde de domingo (19) >> A praça é do hip hop
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>> por Nice Lima
>> foto: Val Lima
O som do hip-hop marcou a tarde de encerramento do FIDR, neste domingo (19), durante o Torneio Ginga B.boy - parceria entre o festival e a Associação Metropolitana de Hip-hop.
No Parque 13 de Maio (Boa Vista), garotos e garotas cheios de swing mostraram porque são os legítimos dançarinos de rua. Oito grupos disputaram os prêmios em dinheiro, mais troféu.
O grande vencedor foi o grupo Abstract Style, do Ibura, que levou troféu mais o prêmio de R$ 800; o grupo Força Break ficou em segundo lugar, com R$ 500 e troféu; e o terceiro colocado foi o Babilônia Crew, que recebeu R$ 300 e troféu.
O evento foi marcado por muita alegria dos que vivem o hip-hop, cultura de resistência, inclusão social e valorização da periferia. Encerraram a festa do Pólo Hip-hop os grupos Falange, Relato Consciente, Dj Da Mata, Mr. Cínico e Kabessa + 1 da Silva.
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Cobertura noite de sábado (18) >> Sábado de aplausos e debates*
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>> por Nice Lima
>> foto: Val Lima
* colaborou Paula Melo
No sábado (18), a grande atração foi o espetáculo O Solo do Outro – O Feminino e o meu olhar, do coreógrafo Luiz Roberto da Silva. No palco, a perfeita performance da bailarina Renata Muniz, em um espetáculo inspirado nas várias mulheres que permeiam uma só: a mulher que trabalha, que estuda, que cuida do lar, do marido, dos filhos e que ama. Ao final, aplausos intensos do público foram a grande prova da receptividade ao trabalho.
Um pouco antes, às 18h, teve início a tradicional reunião de avaliação FIDR. Na mesa, estiveram o Secretário de Cultura do Recife, João Roberto Peixe; o coordenador geral do FIDR, Arnaldo Siqueira; o curador Marcelo Evelin, o gerente de dança da Prefeitura do Recife, Alexandre Macedo; e o avaliador do festival, Giordani Gorki. Entre o público, além de bailarinos e artistas atuantes na dança do Recife, representantes da imprensa e demais interessados em participar desse momento democrático de reflexão e considerações em prol do crescimento do evento.
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Entre os pontos que mereceram destaque, está o fortalecimento das ações para a dança promovidas pela Prefeitura do Recife. “É importante lembrar como esse festival era antes. Hoje, ele conseguiu ter melhor qualificação, abrangência internacional, e ser visto como um diálogo entre a própria cidade, e para fora dela”, disse Roberto Peixe. “Uma avaliação se dá realmente com o público. Mais do que uma proposição de atrações, num festival há diálogo. Todos os espetáculos trouxeram questões a serem discutidas. Acho então que o Festival cumpriu seu papel”, disse Marcelo Evelin, que considera o FIDR um dos quatro maiores festivais de dança do Brasil.
Tarde de domingo (19) >> Cobertura fotográfica de Val Lima
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Na Imprensa (Jornal do Commercio) >> Cancelamento frustra público e bailarinos
Olívia Mindêlo
Uma zebra no transporte do material cenográfico do espetáculo Um conto idiota (SP), que iria encerrar a programação cênica do 13º Festival Internacional de Dança do Recife (FIDR), no sábado, tirou a força do último fim de semana do evento. Os bailarinos dirigidos pelo pernambucano Jorge Garcia, incluindo ele, vieram à cidade, mas não puderam subir ao palco do Teatro de Santa Isabel, porque a transportadora responsável pela carga da montagem não chegou em tempo. A encenação foi cancelada e o elenco teve que voltar a São Paulo ontem sem ter se apresentado. Foi uma frustração, haja vista a expectativa do público e da organização em assistir ao novo trabalho autoral de Garcia, um dos nossos retirantes da dança que alcançou êxito em sua carreira, sobretudo no Balé da Cidade de São Paulo, onde dançou por sete anos.
“O caminhão saiu no dia 11 (deste mês, oito dias antes da apresentação), foi feita uma logística e tudo, mas acabou que a transportadora ficou dois, três dias sem dar notícias. Pensávamos que tinham sido seqüestrados”, contou ontem a produtora da companhia Andrea Thomioka. De acordo com o coordenador geral do festival Arnaldo Siqueira, a empresa LCA Nordex, que já prestou outros serviços de transporte ao evento, informou que o caminhão com o cenário de Um conto idiota quebrou na altura de Feira de Santana (BA) e só iria chegar ao Recife hoje. Tarde demais. “Não tinha como o elenco ficar, porque na segunda (hoje) o grupo inicia o Circuito Sesc de Artes em São Paulo. O palco até estava pronto no Recife, mas não era possível fazer a apresentação, que depende muito do cenário, tem projeção e tudo. Quem sabe de uma outra vez”, lamentou a produtora do espetáculo, cuja relação com o teatro é bastante próxima.
A noite de sábado do FIDR contou apenas com a pré-estréia de um dos trabalhos aprovados pelo projeto O Solo do Outro este ano: O feminino e o meu olhar, no Teatro Hermilo Borba Filho. Dirigido e coreografado por Luiz Roberto da Silva, pernambucano que também passou os últimos anos fora do Recife, o espetáculo deixou um “gostinho de quero mais”, já que durou só 20 minutos. O solo é interpretado pela bailarina Renata Muniz (ex-Grupo Experimental de Dança), que faz do corpo um canal de expressão de todas essas mulheres que habitam a humanidade em seu cotidiano. Ela modela a massa do pão, tira e veste a roupa, preocupada com a opinião alheia, tem pequenos surtos diários, e depois deita com um camisão para ler um bom livro. As “insustentáveis sutilezas do ser” digeridas em doses homeopáticas entram em cena e ganham ainda mais dramaticidade por meio de um trilha que passa por nomes como Bjök e Tori Amos, sonoridades femininas que ajudam a reforçar o clima de intimidade em que o palco é transformado, como se a personagem estivesse sempre entre quatro paredes. O atraso de meia hora, causado pela reunião de avaliação do festival, que se estendeu mais do que o previsto no Apolo, não impediu que o espetáculo fosse aplaudido de pé pelo público que lotou o pequeno Hermilo. Para quem não viu, o solo pode ser conferido na quinta, no mesmo local.
Dificuldade de ampliar o público ainda persiste
Passava das 20h30 do sábado quando a organização decidiu encerrar, às pressas, a avaliação do 13º Festival Internacional de Dança do Recife, que já durava mais de duas horas no Teatro Apolo. Cerca de 50 pessoas, a maioria da classe artística, compareceu ao encontro, que suscitou discussões em torno de pontos recorrentes desde que o festival passou para as mãos da Prefeitura do Recife, há oito anos, mudando o seu perfil.
O público foi uma das questões tocadas, por exemplo, pelo avaliador do festival Giordani Gorki. “O evento se tornou reconhecido nacionalmente, mas gostaríamos que a verba fosse grande e os teatros ficassem lotados pela população local, não só por artistas”, criticou ele, que também reclamou da baixa presença dos próprios bailarinos nos encontros do Dança Falada e da Rede Sulamericana de Dança. O coordenador-geral do evento, Arnaldo Siqueira, afirmou que o público não variou em relação ao ano passado e que, até ontem, estava em torno de 5 mil pessoas. E é considerado bom? “Sim. Com exceção do Dia das Crianças, no Teatro do Parque, foi muito bom. Mas lá mesmo foram 800 pessoas assistir ao espetáculo dos argentinos. Foi ali que eu vi que a gente está no caminho certo. Não é só a classe artística que vai ao festival”, defendeu. De fato, quem foi ao Parque na quinta, para conferir o trabalho do coreógrafo argentino Edgardo Mercado, viu um público numeroso aplaudir de pé – com direito a gritinhos – duas apresentações (Tierra de Mandelbrot e Plano difuso) que mostram uma simbiose sofisticada (e não gratuita) entre dança e tecnologia. O jogo de ilusão operado pelo VJ foi tão primoroso que às vezes ficava difícil o espectador distinguir o bailarino das imagens dos vídeos que interagiam com ele na caixa cênica, durante a coreografia. Um trabalho difícil de ser realizado, e um dos mais interessantes do festival.
Contudo, no que diz respeito ao público dos demais dias, havia uma predominância visível do pessoal de dança, sobretudo do festival. “A gente não pode, como poder público, fazer o fácil. É importante que o público tenha acesso às novas linguagens, ao novo”, respondeu o secretário de Cultura João Roberto Peixe, também presente na avaliação.
De toda forma, mesmo apostando na linguagem contemporânea, outras edições do festival já viram uma recepção mais calorosa do público local. Talvez o período de eleições municipais, o atraso da organização ou mesmo a diminuição na quantidade de apresentações possam ter reduzido a repeceptividade. E o preço do ingresso, a R$ 5, não foi o empecilho desta vez.
O bailarino Marcelo Sena leu, durante a avaliação, um documento do Movimento Dança Recife, com várias críticas ao FIDR, incluindo questões como curadoria e falta de tratamento profissional aos artistas e grupos locais. Estes representaram nesta edição 30% da programação do evento, que contou com uma batalha de b-boys (ontem) e 22 espetáculos no total, tirando Um conto idiota, que não pôde ser apresentado. O orçamento foi de R$ 450 mil.
Na imprensa (Folha de Pernambuco) >> Festival encerra com saldo positivo, mas pouco público
Talles Colatino
Com seu encerramento ontem, a décima terceira edição do Festival Internacional de Dança do Recife concluiu seu ciclo de dez dias nos quais as promessas era de uma programação pensada em cima de trabalhos autorais e diversificados. Nesse sentido, ponto positivo. As companhias desse ano primaram por subverter o papel e o funcionalismo da dança. E isso é ótimo. O problema esteve na ausência de ocupantes na platéia. A maioria dos presentes sempre eram participantes do próprio festival e alguns poucos convidados.
Mas vamos à programação. Na sexta-feira, “Imagens Não Explodidas”, da sempre competente da Cia. Etc., se apresentou para um Teatro Apolo até freqüentado, ainda que longe de sua lotação máxima. O espetáculo em si não decepcionou, apesar do minimalismo extremo que às vezes leva à falta de atenção, provando os bons passos da companhia, já bem claros em “Corpo-Massa: Pele e Ossos”.
Na mesma noite, foi apresentado no Hermilo Borba Filho o premiado “Still - Sob o Estado das Coisas”, do carioca Gustavo Ciríaco. Num palco iluminado, povoado por uma toalha de picnic (com direito a lanchinhos), um microfone e um telão, o espetáculo é uma aula de costura de linguagens. Entre a dança, o teatro e a vídeo-arte, “Still” instiga o público até o fim. Contemporâneo até não poder mais, o espetáculo é uma verdadeiro tratado de como as metáforas são necessárias para sobrevivermos ao nosso mundo-cão.
No sábado, o público que foi assistir ao paulista “Um Conto Idiota”, no Santa Isabel, quebrou a cara. A informação de que a companhia transportadora havia extraviado (!) o cenário do espetáculo chegou tarde à assessoria do Festival. Assim sendo, o grupo optou por não se apresentar. Coube ao “O solo do outro - O Feminino e o meu olhar” encerrar a maratona de espetáculos, no Hermilo Borba Filho. No domingo, b-boys invadiram o Parque 13 de Maio para uma disputa de break.
Com seu encerramento ontem, a décima terceira edição do Festival Internacional de Dança do Recife concluiu seu ciclo de dez dias nos quais as promessas era de uma programação pensada em cima de trabalhos autorais e diversificados. Nesse sentido, ponto positivo. As companhias desse ano primaram por subverter o papel e o funcionalismo da dança. E isso é ótimo. O problema esteve na ausência de ocupantes na platéia. A maioria dos presentes sempre eram participantes do próprio festival e alguns poucos convidados.
Mas vamos à programação. Na sexta-feira, “Imagens Não Explodidas”, da sempre competente da Cia. Etc., se apresentou para um Teatro Apolo até freqüentado, ainda que longe de sua lotação máxima. O espetáculo em si não decepcionou, apesar do minimalismo extremo que às vezes leva à falta de atenção, provando os bons passos da companhia, já bem claros em “Corpo-Massa: Pele e Ossos”.
Na mesma noite, foi apresentado no Hermilo Borba Filho o premiado “Still - Sob o Estado das Coisas”, do carioca Gustavo Ciríaco. Num palco iluminado, povoado por uma toalha de picnic (com direito a lanchinhos), um microfone e um telão, o espetáculo é uma aula de costura de linguagens. Entre a dança, o teatro e a vídeo-arte, “Still” instiga o público até o fim. Contemporâneo até não poder mais, o espetáculo é uma verdadeiro tratado de como as metáforas são necessárias para sobrevivermos ao nosso mundo-cão.
No sábado, o público que foi assistir ao paulista “Um Conto Idiota”, no Santa Isabel, quebrou a cara. A informação de que a companhia transportadora havia extraviado (!) o cenário do espetáculo chegou tarde à assessoria do Festival. Assim sendo, o grupo optou por não se apresentar. Coube ao “O solo do outro - O Feminino e o meu olhar” encerrar a maratona de espetáculos, no Hermilo Borba Filho. No domingo, b-boys invadiram o Parque 13 de Maio para uma disputa de break.
Noite de sábado (18) >> Cobertura fotográfica de Val Lima
O FEMININO E O MEU OLHAR, DE LUIZ ROBERTRO DA SILVA (PE)
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